<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Associação Civil Alternativa Terrazul &#187; Notícias</title>
	<atom:link href="http://www.alternativaterrazul.org.br/category/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.alternativaterrazul.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Dec 2025 14:17:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Nota Pública &#8211; Nenhum hectare a menos!</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/nota-publica-nenhum-hectare-a-menos/</link>
		<comments>http://www.alternativaterrazul.org.br/nota-publica-nenhum-hectare-a-menos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 15:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alternativaterrazul.org.br/?p=3926</guid>
		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Áreas protegidas correm perigo em Rondônia. &#160; A permanente ameaça do governo do Estado de Rondônia e da Assembleia Legislativa às áreas protegidas se volta agora para duas unidades de conservação: Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Parque Estadual Guajará- Mirim. Governador e deputados pretendem entregar as áreas públicas, um bem do povo, a grileiros e desmatadores, por meio de projeto de&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/nota-publica-nenhum-hectare-a-menos/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p><strong>Áreas protegidas correm perigo em Rondônia.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A permanente ameaça do governo do Estado de Rondônia e da Assembleia Legislativa às áreas protegidas se volta agora para duas unidades de conservação: Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Parque Estadual Guajará- Mirim. Governador e deputados pretendem entregar as áreas públicas, um bem do povo, a grileiros e desmatadores, por meio de projeto de lei que tramita com prioridade na Assembleia Legislativa e pode ser aprovado nos próximos dias. O projeto do governador e dos deputados é desmembrar cerca de 161.599 mil hectares dessas duas unidades de conservação e entrega-los à exploração, principalmente para a criação de gado.</p>
<p>As duas áreas têm sofrido invasões crescentes nos últimos 20 anos. Seringueiros da RESEX foram expulsos com violência por jagunços armados a serviço dos grileiros. Entregar essas áreas aos invasores é premiar e legitimar a ação do crime organizado no Estado. É assumir que o crime compensa e incentivar novas invasões em outras unidades de conservação, a exemplo do que ocorre na RESEX Aquariquara e outras reservas na região de Machadinho e Vale do Anari.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>      A desafetação dessas unidades impactam diretamente as Terras Indigenas Uru-eu-wau-wau, Karipuna, Igarapé Lage, Igarapé Ribeirão, Karitiana e os povos que estão em isolamento voluntário na região que envolve as áreas protegidas, ameaçando a integridade física, cultural e territorial podendo levar a eminência de um genocídio de culturas milenares.</p>
<p>Entendemos que as unidades de conservação não são empecilho para o desenvolvimento e que, ao contrário, podem ser aliadas na geração de emprego e renda, como por exemplo, na exploração sustentável da biodiversidade. O ataque a elas mostra ao Brasil e ao mundo que o estado não está preocupado em cuidar da Floresta Amazônica, nosso maior patrimônio.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>       As unidades de conservação: Jaci-Paraná e Guajará-Mirim não podem perder nem um hectare e precisam ser recuperados em sua integridade, o que seria outra oportunidade de geração de emprego e renda. O povo rondoniense não precisa de menos florestas. Precisa de mais. O uso das áreas públicas para a criação de gado beneficia apenas um pequeno grupo, além de ser crime previsto em lei.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>       As justificativas de invasões de áreas protegidas para desafetá-las utilizadas pelo PLC: no 80/2020, só demonstra a incapacidade do Poder Público de governar e gerir o território, deixando a mercê do crime organizado.</p>
<p style="text-align: center;"> Diante do exposto as entidades que assinam esta nota, exigem:</p>
<p>            1. Aretiradadestamatériadapautadopoderlegislativoestadual;</p>
<p>2. Retiradadosinvasoresdetodasasáreasprotegidas;</p>
<p>3. Reconduçãodascomunidadestradicionaisaosseusterritórios;</p>
<p>4. Proteção, monitoramento e fiscalização das Terras Indígenas e Unidades de Conservação;</p>
<p>5. Que o gado seja apreendido, leiloado e os recursos sejam aplicados na recuperação das áreas degradadas;</p>
<p>6. Que o programa de reflorestamento do Estado priorize as referidas áreas para recomposição florestal.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p><strong>Porto Velho-RO, 01/12/2020.</strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Assinam:</p>
<p>Arquidiocese de Porto Velho</p>
<p>Associação de Defesa Etnoambiental-KANINDÉ;</p>
<p>Conselho Indigenista Missionário/CIMI-RO;</p>
<p>ONG Raiz Nativa;</p>
<p>SOS Amazônia;</p>
<p>Grupo de Pesquisa em Gestão do Território e Geografia Agrária da Amazônia &#8211; GTGA/UNIR;</p>
<p>Associação do Povo Indígena Karipuna-APOIKA;</p>
<p>Associação do Povo Indígena Uru-eu-wau-wau/Jupaú;</p>
<p>WWF-Brasil;</p>
<p>Comitê Chico Mendes;</p>
<p>Revista Xapuri;</p>
<p>Associação das Guerreiras Indígenas de Rondônia – AGIR;</p>
<p>ECOPORÉ-Ação Ecológica Guaporé;</p>
<p>Fundação Luterana de Diaconia;</p>
<p>Conselho de Missão Entre os Povos Indígenas;</p>
<p>Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia-FDL;</p>
<p>OPIROMA;</p>
<p>Associação Alternativa Terrazul;</p>
<p>Organização Indigenista da Diocese de Guajará-Mirim;</p>
<p>Pastoral Indigenista da Diocese de Ji-Paraná;</p>
<p>IMV – Instituto Madeira Vivo;</p>
<p>Associação Metareila do Povo Indígena Suruí;</p>
<p>Conselho Nacional das Populações das Populações Extrativistas-CNS;</p>
<p>Diretório Regional do Partidodos Trabalhadores-PT;</p>
<p>Rede Sustentabilidade;</p>
<p>Juventude Indígena de Rondônia;</p>
<p>FETAGRO &#8211; Federação de Trabalhadores na Agricultura de Rondônia</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Via Campesina RO;</p>
<p>IPÊ; &#8211; Instituto de Pesquisa Ecologica</p>
<p>FVA &#8211; Fundação Vitória Amazônica</p>
<p>Grupo de Pesquisa Geografia, Natureza e Territorialidades Humanas – GENTEH-UNIR</p>
<p>Forum de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rondônia &#8211; Fórum DCA/RO</p>
<p>ECAM – Equipe de Conservação da Amazônia</p>
<p>Grupo de Pesquisa em Geografia e Ordenamento do Território na Amazônia &#8211; GOT- Amazônia/UNIR</p>
<p>CUT-RO</p>
<p>Instituto Territórios e Justiça</p>
<p>Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Maria dos Anjos –CDCA/RO Associação Cultural</p>
<p>Pirarucu do Madeira</p>
<p>Instituto India Amazônia</p>
<p>Conselho Nacional de Seringueiros – CNS</p>
<p>Coletivo Mura de Porto Velho</p>
<p>Comitê Defensor da Vida Amazônica na Bacia do Rio Madeira</p>
<p>Organização Indígena Oro Wari</p>
<p>Pastoral Indigenista da Diocese de Guajará Mirim</p>
<p>Pastoral Indigenista da Diocese de Ji-Paraná</p>
<p>CRB – Regional Porto Velho Ir. Carmelita</p>
<p>Comissão Pastoral da Terra</p>
<p>COOMAD</p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alternativaterrazul.org.br/nota-publica-nenhum-hectare-a-menos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carta aberta: garantir a liberdade das ONGs é defender o interesse nacional</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/carta-aberta-garantir-a-liberdade-das-ongs-e-defender-o-interesse-nacional/</link>
		<comments>http://www.alternativaterrazul.org.br/carta-aberta-garantir-a-liberdade-das-ongs-e-defender-o-interesse-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 15:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alternativaterrazul.org.br/?p=3921</guid>
		<description><![CDATA[<p class="excerpt">A Associação Alternativa Terra apoia a nota abaixo, assinada por várias entidades da sociedade civil contra o arbítrio e a tentativa de impedir a livre expressão das organizações não governamentais. Não nos calaremos e continuaremos nossa luta por um Brasil e um mundo sustentável, democrático e justo. &#160; No dia de hoje, 9, tomamos conhecimento por meio da reportagem “Governo&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/carta-aberta-garantir-a-liberdade-das-ongs-e-defender-o-interesse-nacional/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><b>A Associação Alternativa Terra apoia a nota abaixo, assinada por várias entidades da sociedade civil contra o arbítrio e a tentativa de impedir a livre expressão das organizações não governamentais. Não nos calaremos e continuaremos nossa luta por um Brasil e um mundo sustentável, democrático e justo.</b></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia de hoje, 9, tomamos conhecimento por meio da reportagem “Governo Bolsonaro planeja norma para controlar ação de ONGs na Amazônia”, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, de que consta entre as metas do Conselho da Amazônia “obter o controle de 100% das ONGs que atuam na Região Amazônica, até 2022, a fim de autorizar somente aquelas que atendam os interesses nacionais”. Tal meta se relacionaria à ação de “criar marco regulatório para atuação das ONGs” expressa nos documentos oficiais do Conselho.</p>
<p>A atuação de organizações da sociedade civil é a expressão viva do pluralismo de ideias e sua liberdade está garantida na Constituição. Querer controlá-las é, em última instância, tentar silenciar liberdades constitucionais. O Supremo Tribunal Federal, em 06/03/2019, decidiu que &#8220;são inconstitucionais os dispositivos legais que tenham a nítida finalidade de controlar ou mesmo aniquilar a força do pensamento crítico, indispensável ao regime democrático&#8221;</p>
<p>Desta forma, é gravíssima e repugnante a informação de que, em reuniões oficiais e que envolvem um grande número de ministérios, integrantes do atual governo apresentem de forma expressa propostas que afrontam a democracia no país. A Constituição brasileira veda qualquer tipo de interferência do Estado na criação, no funcionamento ou mesmo no posicionamento das organizações da sociedade civil brasileiras. É cláusula pétrea a autonomia da sociedade civil assim como a liberdade de imprensa e a liberdade econômica. As propostas citadas na reportagem, e constantes em documentos de circulação interna do governo, somente encontram parâmetros em outros regimes autoritários ao redor do mundo, nos quais as liberdades de imprensa, de livre manifestação e de associação foram suprimidas para dar espaço a autocracias ditatoriais.</p>
<p>Os ataques e as perseguições do governo Bolsonaro à sociedade civil são uma lamentável constante em sua atuação política. Iniciativas com intuito de controle das ONGs já foram anteriormente apresentadas pelo Poder Executivo e rechaçadas pelo Parlamento Brasileiro &#8211; como no caso da Medida Provisória (MP) 870/2019. Também em dezembro de 2019, agentes da Agência Nacional de Inteligência (Abin) foram à Cúpula do Clima (COP25) para monitorar (espionar) ONGs brasileiras ali presentes. Além disso, no Brasil, não foram poucas as vezes que o próprio Presidente da República desdenhou da Constituição, participando de manifestações cujos propósitos atentavam contra os demais poderes da União. Em declaração recente, Bolsonaro chegou a reclamar por não conseguir “matar esse câncer chamado ONG”.</p>
<p>Apesar da insistente e repugnante campanha de difamação das ONGs por parte de agentes do governo, vale lembrar ainda que já existe no ordenamento jurídico brasileiro regulamentação para organizações do terceiro setor &#8211; o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), composto pela Lei n. 13.019/2014 e Decreto n. 8.726/16.</p>
<p>O Conselho Nacional da Amazônia Legal, colegiado inepto, sem participação social e de resultado quase nulo na defesa da floresta, deveria apresentar ao país algum plano para a diminuição do desmatamento, do crime ambiental, da grilagem e das queimadas. Ao invés disso, o que vemos é a confecção de um plano para silenciar os críticos ao governo e para sufocar a democracia.</p>
<p>Sob Bolsonaro, a democracia, assim como as florestas e seus habitantes, correm enormes riscos. Neste sentido, as organizações abaixo assinadas conclamam toda sociedade brasileira para se somar às iniciativas de defesa dos direitos dos povos indígenas e dos povos tradicionais e em apoio a luta na defesa da Amazônia, da democracia e dos direitos constitucionais.</p>
<p>Assinam:</p>
<p>ACT Promoção da Saúde<br />
AMAR Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária<br />
Amigos da Terra &#8211; Amazônia Brasileira<br />
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil &#8211; APIB<br />
Articulação Nacional de Agroecologia (ANA)<br />
Ashoka<br />
Associação Agroecológica Tijupá<br />
Associação Brasileira de ONGs &#8211; Abong<br />
Associação Cidade Escola Aprendiz<br />
Associação Mineira de Defesa do Ambiente &#8211; Amda<br />
Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC)<br />
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida &#8211; APREMAVI<br />
Associação Mico-Leão-Dourado<br />
Cenpec Educação<br />
Centro Brasil no Clima<br />
Cidades Afetivas<br />
COESUS Coalizão Não FRACKING Brasil<br />
Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Acre)<br />
Conectas Direitos Humanos<br />
Delibera Brasil<br />
Elas no Poder<br />
FASE &#8211; Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional<br />
Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento- FBOMS<br />
Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena &#8211; FNEEI<br />
Fundação ARAYARA<br />
Fundação Avina<br />
Fundação Grupo Esquel Brasil<br />
Fundação SOS Mata Atlântica<br />
Fundação Tide Setubal<br />
Geledés Instituto da Mulher Negra<br />
Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero<br />
Greenpeace Brasil<br />
Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GT 2030)<br />
Iniciativa Verde<br />
Instituto Alana<br />
Instituto Çarakura<br />
Instituto Centro de Vida &#8211; ICV<br />
Instituto Cidades Sustentáveis<br />
Instituto Climainfo<br />
Idec &#8211; Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor<br />
Instituto Democracia e Sustentabilidade &#8211; IDS<br />
Instituto Escolhas<br />
Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social<br />
Iepé &#8211; Instituto de Pesquisa e Formação Indígena<br />
Instituto de Defesa do Direito de Defesa &#8211; IDDD<br />
Instituto de Estudos Socioeconômicos &#8211; Inesc<br />
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia &#8211; Ipam<br />
Instituto Democracia e Sustentabilidade &#8211; IDS<br />
Instituto Fé, Paz e Clima<br />
Instituto Global Attitude<br />
Instituto Humanista para Cooperação e Desenvolvimento &#8211; Hivos<br />
Instituto Igarapé<br />
Instituto Internacional ARAYARA<br />
Instituto Internacional de Educação do Brasil &#8211; IEB<br />
Instituto MIRA-SERRA<br />
Instituto Physis<br />
Instituto Pro Bono<br />
Instituto Socioambiental &#8211; ISA<br />
Instituto Sou da Paz<br />
Instituto Talanoa<br />
Instituto Update<br />
Mapa Educação<br />
Mater Natura &#8211; Instituto de Estudos Ambientais<br />
Observatório do Carvão Mineral<br />
Observatório do Clima<br />
Observatório do Código Florestal<br />
Observatório do Petróleo e Gás<br />
Organização De Desenvolvimento Sustentável &#8211; ODS<br />
Organização dos Professores Indígenas do Acre (OPIAC)<br />
Oxfam Brasil<br />
ponteAponte<br />
Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político<br />
Processo de Articulação e Diálogo, PAD<br />
Projeto Saúde e Alegria<br />
Rede Brasileira de Conselhos &#8211; RBdC<br />
Rede Conhecimento Social<br />
Rede das Organizações Não Governamentais da Mata Atlântica &#8211; RMA<br />
Rede de Cooperação Amazônica &#8211; RCA<br />
Rede Justiça Criminal<br />
SAVE Brasil &#8211; Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil<br />
Terra de Direitos<br />
Teto Brasil<br />
Toxisphera Associação de Saúde Ambiental<br />
Transparência Brasil<br />
Transparência Capixaba<br />
Uneafro Brasil<br />
WWF Brasil<br />
350.org Brasil<br />
Ocupa Política<br />
Uma Gota no Oceano<br />
Rede Brasileira de Conselhos &#8211; RBdC<br />
342Amazônia e 342Artes<br />
Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia &#8211; Imazon<br />
Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos<br />
Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade do Estado do Pará.<br />
Centro de Trabalho Indigenista<br />
Coordenadoria Ecumênica de Serviços &#8211; CESE<br />
Fórum Ecumênico ACT Brasil<br />
Associaçao Ambientalista Copaíba AAC -São Paulo<br />
Instituto Feminista SOS Corpo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alternativaterrazul.org.br/carta-aberta-garantir-a-liberdade-das-ongs-e-defender-o-interesse-nacional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ação judicial pela Amazônia e pelo clima</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/acao-judicial-pela-amazonia-e-pelo-clima/</link>
		<comments>http://www.alternativaterrazul.org.br/acao-judicial-pela-amazonia-e-pelo-clima/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 00:40:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alternativaterrazul.org.br/?p=3918</guid>
		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Sociedade civil vai ao STF exigir a retomada imediata de plano de combate ao desmatamento na Amazônia. &#160; Na noite de ontem, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma das mais completas e importantes ações socioambientais já apresentadas no STF para exigir a retomada efetiva do combate ao desmatamento na Amazônia. A ação (uma ADPF) traz um extenso levantamento com&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/acao-judicial-pela-amazonia-e-pelo-clima/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sociedade civil vai ao STF exigir a retomada imediata de plano de combate ao desmatamento na Amazônia.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="  wp-image-3917 alignleft" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/WhatsApp-Image-2020-11-12-at-10.49.27-1024x1024.jpeg" alt="WhatsApp Image 2020-11-12 at 10.49.27" width="338" height="337" /></p>
<p>Na noite de ontem, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma das mais completas e importantes ações socioambientais já apresentadas no STF para exigir a retomada efetiva do combate ao desmatamento na Amazônia. A ação (uma ADPF) traz um extenso levantamento com dados e análises sobre a destruição da floresta e a desestruturação de políticas ambientais promovidas pelo governo Bolsonaro.</p>
<p>A ação foi concebida por: Artigo 19, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Conectas Direitos Humanos, Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Engajamundo, Greenpeace Brasil, Instituto Alana, Instituto Socioambiental (ISA), Observatório do Clima e Terrazul. E proposta pelos partidos PSB, Rede, PDT, PV, PT, Psol e PCdoB.</p>
<p>A ADPF pede medida cautelar urgente para que o STF determine à União e seus órgãos federais IBAMA, ICMBio, FUNAI e demais envolvidos a imediata execução do PPCDAm, a política pública destinada ao combate e à redução do desmatamento no país, abandonada a partir de 2019. No Brasil, o desmatamento é a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa, os motores das mudanças climáticas. Também causa sérios impactos e danos à população da Amazônia e de todo o Brasil. A ação aponta, ainda, graves violações a direitos fundamentais dos povos indígenas e comunidades tradicionais, além dos direitos das presentes e futuras gerações.</p>
<p>As taxas de desmatamento batem recordes históricos. Consolidada pelo PRODES/INPE, a taxa de 2019 ficou em 10.129 km², 34% a mais que 2018. Foi o maior índice desde 2008 e também a terceira maior alta percentual da história. Em 2020, o cenário caminha para ser ainda pior.</p>
<p>Não ao retrocesso ambiental no Brasil! Pare o desmatamento!</p>
<p>@socioambiental @artigo19 @apiboficial @conectas @engajamundo @institutoalana @observatoriodoclima @alternativaterrazul</p>
<p>#pareodesmatamento<br />
#nãocumpriu<br />
#defendaaAmazônia<br />
#STF<br />
#desmatamento<br />
#Amazônia<br />
#floresta<br />
#Açãojudicial<br />
#meioambiente</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alternativaterrazul.org.br/acao-judicial-pela-amazonia-e-pelo-clima/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Povos tradicionais, indígenas e agricultores repudiam PL que destrói a biodiversidade.</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/povos-tradicionais-indigenas-e-agricultores-repudiam-pl-que-destroi-a-biodiversidade/</link>
		<comments>http://www.alternativaterrazul.org.br/povos-tradicionais-indigenas-e-agricultores-repudiam-pl-que-destroi-a-biodiversidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 20:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alternativaterrazul.org.br/?p=3675</guid>
		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Carta produzida pelos Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e os Agricultores Familiares do Brasil, representados por suas entidades e organizações (abaixo assinadas), contra o Projeto de Lei n.º 7.735/2014 (atual PLC n.º 02/2015), que pretende regulamentar o acesso e a exploração econômica da biodiversidade e da agrobiodiversidade brasileiras, bem como dos conhecimentos tradicionais associados. De início, registramos que os Povos e&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/povos-tradicionais-indigenas-e-agricultores-repudiam-pl-que-destroi-a-biodiversidade/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="entry-content description clearfix">
<p>Carta produzida pelos Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e os Agricultores Familiares<br />
do Brasil, representados por suas entidades e organizações (abaixo assinadas), contra o Projeto de Lei n.º 7.735/2014 (atual PLC n.º 02/2015), que pretende regulamentar o acesso e a exploração econômica da biodiversidade e da agrobiodiversidade brasileiras, bem como dos conhecimentos tradicionais associados.</p>
<p>De início, registramos que os Povos e Comunidades acima mencionados estão plenamente cientes da atual ofensiva verificada no Brasil contra seus direitos fundamentais, garantidos pela Constituição Federal, pela legislação ordinária e por Tratados Internacionais ratificados pelo Brasil, contexto no qual se insere o PL n.º 7.735/2014, apresentado ao Congresso Nacional pelo governo federal em regime de urgência. Em razão desse cenário, que ameaça a própria existência dos Povos e Comunidades Tradicionais, informamos que as entidades representativas encontram-se unidas e mobilizadas com a determinação de lutar conjuntamente na defesa de seus direitos historicamente conquistados, os quais constituem a base da soberania e democracia constitucional do País.</p>
<p>Especificamente em relação ao PL n.º 7.735/2014, que pretende anular e restringir nossos direitos, repudiamos a decisão deliberada do Poder Executivo de nos excluir do processo de sua elaboração, sem qualquer debate ou consulta, em violação à Convenção n.º 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), à Convenção da Diversidade Biológica (CDB), ao Tratado Internacional dos Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e Agricultura/FAO (TIRFAA) e à Constituição Federal. Em contraste a isso, denunciamos o amplo favorecimento dos setores farmacêutico, de cosméticos e do agronegócio (principalmente sementeiros), a ponto de ameaçar a biodiversidade, os conhecimentos tradicionais associados e programas estruturantes para a segurança e soberania alimentares, a exemplo do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com a possibilidade inclusive de legalização da biopirataria.</p>
<p>Tal cenário, reconhecido pelo próprio Governo, resultou em grave desequilíbrio no conteúdo do Projeto de Lei em questão. Além de anistiar as irregularidades e violações históricas e excluir qualquer fiscalização do Poder Público sobre as atividades de acesso e exploração econômica, o PL n.º 7.735/2014 viola direitos já consagrados na legislação brasileira, o que pode ser claramente verificado nos seguintes pontos principais:</p>
<p>1 – Em relação ao acesso ao patrimônio genético e aos conhecimentos tradicionais:<br />
a) Deixa de prever e inviabiliza a negativa de consentimento prévio dos povos e comunidades tradicionais;<br />
b) Flexibiliza a comprovação do consentimento livre, prévio e informado, em detrimento da proteção de conhecimentos coletivos;<br />
c) Dispensa o consentimento livre, prévio e informado, para o acesso ao patrimônio genético<br />
e conhecimento tradicional associado relacionado à alimentação e agricultura; e<br />
d) Permite que empresas nacionais e internacionais acessem e explorem, sem controle<br />
e fiscalização, o patrimônio genético brasileiro e os conhecimentos tradicionais associados, permitindo, por exemplo, o acesso de empresas estrangeiras a bancos de sementes.</p>
<p>2 – No que tange à repartição de benefícios:<br />
a) Prevê que apenas produtos acabados serão objeto de repartição de benefícios, excluindo os produtos intermediários;<br />
b) Restringe a repartição de benefícios aos casos em que o patrimônio genético ou conhecimento tradicional for qualificado como elemento principal de agregação de valor ao produto;<br />
c) Isenta de repartição de benefícios todos os inúmeros casos de acessos realizados anteriormente ao ano de 2000, e mantém explorações econômicas até hoje;<br />
d) Condiciona a repartição de benefícios apenas aos produtos previstos em Lista de Classificação a ser elaborada em ato conjunto por seis Ministérios;<br />
e) Estabelece teto, ao invés de base, para o valor a ser pago a título de repartição de benefícios;<br />
f) Deixa a critério exclusivo das empresas nacionais e internacionais a escolha da modalidade de repartição de benefícios nos casos de acesso ao patrimônio genético ou conhecimento tradicional de origem não identificável;<br />
g) Isenta microempresas, empresas de pequeno porte e micro mpreendedores individuais de repartir benefícios; e<br />
h) Exclui de repartição de benefícios a exploração econômica do patrimônio genético e do conhecimento tradicional associado relacionado à alimentação e agricultura.</p>
<p>3 – No que se refere às definições:<br />
a) Substitui o termo “povos” por “população” ao tratar de povos indígenas;<br />
b) Substitui o termo “agricultor familiar” por “agricultor tradicional”, em afronta à Lei 11.326/2006;<br />
c) Descaracteriza a definição de “sementes crioulas” contida na Lei n.º 10.711/2003;<br />
d) Deixa de prever que o atestado de regularidade de acesso seja prévio e com debates participativos sobre seus termos ao início das atividades; e) Enfim, adotou conceitos à revelia dos detentores dos conhecimentos tradicionais.</p>
<p>Diante do exposto, os Povos Indígenas, os Povos e Comunidades Tradicionais e os Agricultores Familiares do Brasil exigem o comprometimento do Governo ederal com a reversão do cenário acima denunciado, mediante a correção dos graves equívocos contidos no Projeto de Lei n.º 7.735/2014, de forma a assegurar o respeito e a efetivação dos seus direitos legal e constitucionalmente garantidos.</p>
<p>Declaramos que não mais admitiremos a postura antidemocrática e o engajamento político do Governo Federal, associado aos interesses empresariais e outros, em direção à expropriação da biodiversidade e da agrobiodiversidade brasileiras e dos conhecimentos tradicionais associados.<br />
Reafirmamos, por fim, a nossa determinação de continuar unidos, mobilizados e dispostos a manter-nos em permanente luta na defesa de justiça e de nossos direitos.</p>
<p>Assinam a presente carta:</p>
<p>1. Amigos da Terra Brasil<br />
2. Articulação do Semiárido – ASA Brasil<br />
3. Articulação do Seminário – ASA Paraíba<br />
4. Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – APOINME<br />
5. Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB<br />
6. Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste – ARPINSUDESTE<br />
7. Articulação dos Povos Indígenas do Sul – ARPINSUL<br />
8. Articulação Nacional de Agroecologia – ANA<br />
9. Articulação Pacari<br />
10. Articulação Puxirão dos Povos Faxinalenses<br />
11. Articulação Rosalino de Povos e Comunidades Tradicionais do Norte de Minas<br />
12. AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia<br />
13. Associação Agroecológica TIJUPÁ<br />
14. Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica<br />
15. Associação Brasileira de Agroecologia<br />
16. Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal – ABEEF<br />
17. Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO<br />
18. Associação Cedro – Centro de Estudos e Discussões Romani<br />
19. Associação das Mulheres Organizadas do Vale do Jequitinhonha<br />
20. Associação das Panhadoras de Flores<br />
21. Associação de Agricultura Biodinâmica do Sul<br />
22. Associação de Comunidades da Diáspora Africana por Direito à Alimentação – Rede Kodya<br />
23. Associação de Mulheres Catadoras de Mangabas<br />
24. Associação dos Agricultores Guardiões da Agrobiodiversidade de Tenente Portela – AGABIO<br />
25. Associação dos Retireiros do Araguaia – ARA<br />
26. Associação dos Trabalhadores Assalariados Rurais de Minas Gerais – ADERE/MG<br />
27. Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural – AGAPAN<br />
28. Associação Nacional Ciganas Calins<br />
29. Associação Nacional da Agricultura Camponesa<br />
30. Associação Nacional da Cultura Bantu – ACBANTU<br />
31. Associação para a Pequena Agricultura no Tocantins – APA-TO<br />
32. Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia – AOPA;<br />
33. Bionatur<br />
34. Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida<br />
35. Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas – CAA-NM<br />
36. Centro dos Trabalhadores da Amazônia (CTA)<br />
37. Centro Ecológico<br />
38. Comissão Guarany Ivyrupa<br />
39. Comitê Chico Mendes (CCN)<br />
40. Conselho do Povo Terena<br />
41. Conselho dos Povos Indígenas de Mato Grosso do Sul<br />
42. Conselho Indigenista Missionário – CIMI<br />
43. Conselho Nacional das Populações Extrativistas – CNS<br />
44. Cooperativa Coppabacs – AL<br />
45. Cooperativa Grande Sertão<br />
46. Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB<br />
47. Coordenação Nacional Quilombola – CONAQ<br />
48. Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia<br />
49. FASE – Solidariedade e Educação<br />
50. Fórum Brasileiro de Segurança e Soberania Alimentar e Nutricional<br />
51. Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social<br />
52. Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos<br />
53. Grande Assembleia do Povo Guarani – Aty Guasu<br />
54. Grupo Carta de Belém<br />
55. Grupo de Trabalho Amazônico – GTA<br />
56. Grupo de Trabalho Biodiversidade / ANA<br />
57. Ingá/RS<br />
58. Instituto Socioambiental – ISA<br />
59. Levante Popular da Juventude<br />
60. Memorial Chico Mendes<br />
61. Movimento das Aprendizes da Sabedoria (Benzedores e Benzedeiras, Parteiras, e Costureiras de Rendidura)<br />
62. Movimento de Mulheres Camponesas – MMC<br />
63. Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais – MPP<br />
64. Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA<br />
65. Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Paraná – MOPEAR<br />
66. Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST<br />
67. Movimento Geraizero<br />
68. Movimento Urbano de Agroecologia – MUDA<br />
69. Núcleo Amigos da Terra Brasil<br />
70. Núcleo de Cultura e Extensão – PTECA/ESALQ-USP<br />
71. Rede de Agrobiodiversidade do Semiárido Mineiro<br />
72. Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras<br />
73. Rede Eco Vida de Agroecologia<br />
74. Rede Puxirão de Povos e Comunidades Tradicionais<br />
75. Sociedade Civil da Comissão Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais – CNPCT<br />
76. Terra de Direitos<br />
77. Via Campesina<br />
78. Via Campesina Sudamerica</p>
</div>
<footer class="clearfix"></footer>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alternativaterrazul.org.br/povos-tradicionais-indigenas-e-agricultores-repudiam-pl-que-destroi-a-biodiversidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
