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	<title>Associação Civil Alternativa Terrazul</title>
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		<title>Festival Carta da Terra para Crianças</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 14:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">&#160; Festival Internacional para crianças vai celebrar os 20 anos da Carta da Terra As reflexões sobre as mudanças necessárias para a construção de um mundo mais sustentável e com justiça social vão ganhar uma interpretação lúdica para conquistar o público infantil e comemorar os 20 anos da Carta da Terra. A versão do Festival Internacional da Carta da Terra&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/festival-carta-da-terra-para-criancas/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter  wp-image-3931" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/BANNER-SITE-1024x389.jpeg" alt="BANNER SITE" width="926" height="353" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i><span lang="PT">Festival Internacional para crianças vai celebrar os 20 anos da Carta da Terra<br />
</span></i></b></p>
<p>As reflexões sobre as mudanças necessárias para a construção de um mundo mais sustentável e com justiça social vão ganhar uma interpretação lúdica para conquistar o público infantil e comemorar os 20 anos da Carta da Terra. A versão do Festival Internacional da Carta da Terra para crianças vai reunir personalidades e artistas no dia 20 de dezembro, às 17h, em um evento virtual com muita música e contação de histórias. A apresentação fica a cargo da atriz Maria Paula.</p>
<p>A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos e fundamentais para a construção, no século XXI, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Em 2020 é celebrada as duas décadas da publicação do documento que está presente em mais 89 países. Em média 4500 organizações utilizam seus princípios como base nas suas atividades. Para rememorar o que se passou neste período, debater as escolhas a fazer e construir o caminho a trilhar nesses novos tempos, as organizações Fundação Grupo Esquel Brasil, Associação Alternativa Terrazul, Carta da Terra Internacional e Teia Carta da Terra Brasil com apoio da Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal, Frente Parlamentar Ambientalista do CLDF, Frente Parlamentar dos ODS do DF, realizarão o Festival Internacional Carta da Terra para crianças, com conteúdo direcionado ao público infantil de forma a tocar nas problemáticas a serem enfrentadas acerca do tema do meio ambiente e dos princípios da Carta da Terra.</p>
<p>O festival reunirá importantes personalidades da arte, música e do ativismo socioambiental. Até o momento estão confirmados nomes como o do cantor e artista plástico Carlinhos Brown, Flor Gil. Cantores (as) e compositores (as) como: Adriana Calcanhoto, Xangai, Juraildes, Ana Person, Manassés e Lucy Rogério, Lídia Carollini. Grupos musicais como: Planeta Oca,  Orquestra de Cordas do Gama, Forria. Além de apresentações do Circo da Alegria, Toledo &#8211; PR, contação de história do grupo indígena Wapichana da Associação Indígena Manuru Paunaty, Brasília – DF e da grupo indígena Tuxá de Rodelas – Bahia ligada ao Colégio Estadual Indígena Capitão Francisco Rodelas &#8211; BA.</p>
<p>O evento tem o objetivo de apresentar os princípios éticos da Carta da Terra ao público infantil e de propor a sua defesa e vivência no dia a dia e é baseado na publicação do livro Carta da Terra para Crianças, uma versão especial criada pelo NAIA (Núcleo de Amigos da Infância e da Adolescência) do Rio Grande do Sul em 2003.</p>
<p>Em clima de celebração, o festival pretende unir forças e propor uma profunda reflexão sobre mudanças necessárias para o mundo, baseada nos pilares da Carta da Terra: I. Respeitar e cuidar da comunidade da vida; II. Integridade ecológica; III. Justiça social e econômica; IV. Democracia, não violência e paz.</p>
<p>Para além do evento infantil, ainda vão ser lançados dois livros reeditados da Carta da Terra (Infantil e Adulto) e um outro sobre: “Água, compartilhamento e Cultura de Paz”. O livro aborda a compreensão da água como bem público e reafirma o direito humano e das comunidades ao acesso deste elemento com qualidade para consumo.</p>
<p>No âmbito do evento também serão disponibilizados para a comunidade dois cursos de Educação a Distância (EAD) de formação de educadores. Um será sobre mudanças climáticas e Cerrado e outro sobre Energia Solar Popular.</p>
<p>Para fortalecer o debate sobre uma sociedade global justa, sustentável e pacífica entre as crianças, fortalecem o evento experiências infanto-juvenis de trabalho na educação ambiental de cidades, movimentos e organizações sociais. São eles: Experiência de educação ambiental da Prefeitura de Sobral – CE , Centro Ecológico (experiência de trabalho com a carta da terra Escola Estadual Baréa no Rio Grande do Sul), Sem terrinha (Grupos de crianças do Movimento Nacional dos Sem Terra), Instituto Ajax (Esporte e educação ambiental para crianças e adolescentes de Brasília –DF ), Jovens pelo Clima (Movimento de jovens ambientalista no Brasil), Supereco (Movimento cultural com dança e educação ambiental em São Paulo), Escola Quilombola da comunidade Kalunga de Cavalcante – Goiás, Crianças Guardiões socioambientais mirins filhos de marisqueiras da Ilha Grande &#8211; Piauí, Jovem de Paris na França do Global Youth Climate Pact (Pacto Mundial dos Jovens pelo Clima é um projeto de pesquisa e ação global na área de mudanças climáticas para estudantes de 15 a 20 anos ligado ao antropólogo, sociólogo e filósofo francês  Edgar Morin, Rede de Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade, Crianças da Carta da Terra Internacional da Indía, Porto Rico, África, Costa Rica, Rússia, México, Japão.</p>
<p>O festival será transmitido no canal oficial da Carta da Terra Internacional no Youtube: <a href="https://www.youtube.com/user/ECInternational">https://www.youtube.com/user/ECInternational</a> e na TV Comunitária de Brasília: <a href="https://www.youtube.com/user/tvcomdf">https://www.youtube.com/user/tvcomdf</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Festival Internacional Carta da Terra para Crianças</p>
<p>20 de Dezembro, às 17h (horário de Brasília)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Canais de Transmissão pelo Youtube:</strong></p>
<p>Canal da Carta da Terra Internacional (Canal Principal)</p>
<p>&#8211; ECInternational: <a href="https://www.youtube.com/user/ECInternational">https://www.youtube.com/user/ECInternational</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tv Comunitária de Brasília DF</p>
<p>&#8211; Tvcomdf: <a href="https://www.youtube.com/user/tvcomdf">https://www.youtube.com/user/tvcomdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Canais de Trasmissão pelo Facebook:</strong></p>
<p>@EarthCharterInternational</p>
<p>@CartadaTerraInternacional</p>
<p>@alternativaterrazuldf</p>
<p>@unipazuniversidadeinternacionaldapaz</p>
<p>@unipazdf.universidadetransdisciplinar.br</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/esquelbr">@esquelbr</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/semagovdf">@semagovdf</a></p>
<p>@prefeituradesobral</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Realização:</strong></p>
<p>&#8211; Fundação Grupo Esquel Brasil</p>
<p>&#8211; Associação Alternativa Terrazul</p>
<p>&#8211; Carta da Terra Internacional</p>
<p>&#8211; Teia Carta da Terra Brasil (comitê criativo do festival, composto por 41 instituições)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apoio:</strong></p>
<p>Secretaria de Meio Ambiente do Governo do Distrito Federal</p>
<p>Frente Parlamentar Ambientalista do CLDF</p>
<p>Frente Parlamentar dos ODS do DF</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Maiores informações:</strong></p>
<p>Fernanda Lopes <strong>- </strong>+55 61 98383-0023</p>
<p>Myrian Pereira &#8211; + 55 61 98282-0163</p>
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		<title>Nota Pública &#8211; Nenhum hectare a menos!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 15:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Áreas protegidas correm perigo em Rondônia. &#160; A permanente ameaça do governo do Estado de Rondônia e da Assembleia Legislativa às áreas protegidas se volta agora para duas unidades de conservação: Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Parque Estadual Guajará- Mirim. Governador e deputados pretendem entregar as áreas públicas, um bem do povo, a grileiros e desmatadores, por meio de projeto de&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/nota-publica-nenhum-hectare-a-menos/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p><strong>Áreas protegidas correm perigo em Rondônia.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A permanente ameaça do governo do Estado de Rondônia e da Assembleia Legislativa às áreas protegidas se volta agora para duas unidades de conservação: Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Parque Estadual Guajará- Mirim. Governador e deputados pretendem entregar as áreas públicas, um bem do povo, a grileiros e desmatadores, por meio de projeto de lei que tramita com prioridade na Assembleia Legislativa e pode ser aprovado nos próximos dias. O projeto do governador e dos deputados é desmembrar cerca de 161.599 mil hectares dessas duas unidades de conservação e entrega-los à exploração, principalmente para a criação de gado.</p>
<p>As duas áreas têm sofrido invasões crescentes nos últimos 20 anos. Seringueiros da RESEX foram expulsos com violência por jagunços armados a serviço dos grileiros. Entregar essas áreas aos invasores é premiar e legitimar a ação do crime organizado no Estado. É assumir que o crime compensa e incentivar novas invasões em outras unidades de conservação, a exemplo do que ocorre na RESEX Aquariquara e outras reservas na região de Machadinho e Vale do Anari.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>      A desafetação dessas unidades impactam diretamente as Terras Indigenas Uru-eu-wau-wau, Karipuna, Igarapé Lage, Igarapé Ribeirão, Karitiana e os povos que estão em isolamento voluntário na região que envolve as áreas protegidas, ameaçando a integridade física, cultural e territorial podendo levar a eminência de um genocídio de culturas milenares.</p>
<p>Entendemos que as unidades de conservação não são empecilho para o desenvolvimento e que, ao contrário, podem ser aliadas na geração de emprego e renda, como por exemplo, na exploração sustentável da biodiversidade. O ataque a elas mostra ao Brasil e ao mundo que o estado não está preocupado em cuidar da Floresta Amazônica, nosso maior patrimônio.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>       As unidades de conservação: Jaci-Paraná e Guajará-Mirim não podem perder nem um hectare e precisam ser recuperados em sua integridade, o que seria outra oportunidade de geração de emprego e renda. O povo rondoniense não precisa de menos florestas. Precisa de mais. O uso das áreas públicas para a criação de gado beneficia apenas um pequeno grupo, além de ser crime previsto em lei.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>       As justificativas de invasões de áreas protegidas para desafetá-las utilizadas pelo PLC: no 80/2020, só demonstra a incapacidade do Poder Público de governar e gerir o território, deixando a mercê do crime organizado.</p>
<p style="text-align: center;"> Diante do exposto as entidades que assinam esta nota, exigem:</p>
<p>            1. Aretiradadestamatériadapautadopoderlegislativoestadual;</p>
<p>2. Retiradadosinvasoresdetodasasáreasprotegidas;</p>
<p>3. Reconduçãodascomunidadestradicionaisaosseusterritórios;</p>
<p>4. Proteção, monitoramento e fiscalização das Terras Indígenas e Unidades de Conservação;</p>
<p>5. Que o gado seja apreendido, leiloado e os recursos sejam aplicados na recuperação das áreas degradadas;</p>
<p>6. Que o programa de reflorestamento do Estado priorize as referidas áreas para recomposição florestal.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p><strong>Porto Velho-RO, 01/12/2020.</strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Assinam:</p>
<p>Arquidiocese de Porto Velho</p>
<p>Associação de Defesa Etnoambiental-KANINDÉ;</p>
<p>Conselho Indigenista Missionário/CIMI-RO;</p>
<p>ONG Raiz Nativa;</p>
<p>SOS Amazônia;</p>
<p>Grupo de Pesquisa em Gestão do Território e Geografia Agrária da Amazônia &#8211; GTGA/UNIR;</p>
<p>Associação do Povo Indígena Karipuna-APOIKA;</p>
<p>Associação do Povo Indígena Uru-eu-wau-wau/Jupaú;</p>
<p>WWF-Brasil;</p>
<p>Comitê Chico Mendes;</p>
<p>Revista Xapuri;</p>
<p>Associação das Guerreiras Indígenas de Rondônia – AGIR;</p>
<p>ECOPORÉ-Ação Ecológica Guaporé;</p>
<p>Fundação Luterana de Diaconia;</p>
<p>Conselho de Missão Entre os Povos Indígenas;</p>
<p>Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia-FDL;</p>
<p>OPIROMA;</p>
<p>Associação Alternativa Terrazul;</p>
<p>Organização Indigenista da Diocese de Guajará-Mirim;</p>
<p>Pastoral Indigenista da Diocese de Ji-Paraná;</p>
<p>IMV – Instituto Madeira Vivo;</p>
<p>Associação Metareila do Povo Indígena Suruí;</p>
<p>Conselho Nacional das Populações das Populações Extrativistas-CNS;</p>
<p>Diretório Regional do Partidodos Trabalhadores-PT;</p>
<p>Rede Sustentabilidade;</p>
<p>Juventude Indígena de Rondônia;</p>
<p>FETAGRO &#8211; Federação de Trabalhadores na Agricultura de Rondônia</p>
<div class="page" title="Page 3">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Via Campesina RO;</p>
<p>IPÊ; &#8211; Instituto de Pesquisa Ecologica</p>
<p>FVA &#8211; Fundação Vitória Amazônica</p>
<p>Grupo de Pesquisa Geografia, Natureza e Territorialidades Humanas – GENTEH-UNIR</p>
<p>Forum de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rondônia &#8211; Fórum DCA/RO</p>
<p>ECAM – Equipe de Conservação da Amazônia</p>
<p>Grupo de Pesquisa em Geografia e Ordenamento do Território na Amazônia &#8211; GOT- Amazônia/UNIR</p>
<p>CUT-RO</p>
<p>Instituto Territórios e Justiça</p>
<p>Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Maria dos Anjos –CDCA/RO Associação Cultural</p>
<p>Pirarucu do Madeira</p>
<p>Instituto India Amazônia</p>
<p>Conselho Nacional de Seringueiros – CNS</p>
<p>Coletivo Mura de Porto Velho</p>
<p>Comitê Defensor da Vida Amazônica na Bacia do Rio Madeira</p>
<p>Organização Indígena Oro Wari</p>
<p>Pastoral Indigenista da Diocese de Guajará Mirim</p>
<p>Pastoral Indigenista da Diocese de Ji-Paraná</p>
<p>CRB – Regional Porto Velho Ir. Carmelita</p>
<p>Comissão Pastoral da Terra</p>
<p>COOMAD</p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
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		<title>Carta aberta: garantir a liberdade das ONGs é defender o interesse nacional</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/carta-aberta-garantir-a-liberdade-das-ongs-e-defender-o-interesse-nacional/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 15:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">A Associação Alternativa Terra apoia a nota abaixo, assinada por várias entidades da sociedade civil contra o arbítrio e a tentativa de impedir a livre expressão das organizações não governamentais. Não nos calaremos e continuaremos nossa luta por um Brasil e um mundo sustentável, democrático e justo. &#160; No dia de hoje, 9, tomamos conhecimento por meio da reportagem “Governo&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/carta-aberta-garantir-a-liberdade-das-ongs-e-defender-o-interesse-nacional/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><b>A Associação Alternativa Terra apoia a nota abaixo, assinada por várias entidades da sociedade civil contra o arbítrio e a tentativa de impedir a livre expressão das organizações não governamentais. Não nos calaremos e continuaremos nossa luta por um Brasil e um mundo sustentável, democrático e justo.</b></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia de hoje, 9, tomamos conhecimento por meio da reportagem “Governo Bolsonaro planeja norma para controlar ação de ONGs na Amazônia”, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, de que consta entre as metas do Conselho da Amazônia “obter o controle de 100% das ONGs que atuam na Região Amazônica, até 2022, a fim de autorizar somente aquelas que atendam os interesses nacionais”. Tal meta se relacionaria à ação de “criar marco regulatório para atuação das ONGs” expressa nos documentos oficiais do Conselho.</p>
<p>A atuação de organizações da sociedade civil é a expressão viva do pluralismo de ideias e sua liberdade está garantida na Constituição. Querer controlá-las é, em última instância, tentar silenciar liberdades constitucionais. O Supremo Tribunal Federal, em 06/03/2019, decidiu que &#8220;são inconstitucionais os dispositivos legais que tenham a nítida finalidade de controlar ou mesmo aniquilar a força do pensamento crítico, indispensável ao regime democrático&#8221;</p>
<p>Desta forma, é gravíssima e repugnante a informação de que, em reuniões oficiais e que envolvem um grande número de ministérios, integrantes do atual governo apresentem de forma expressa propostas que afrontam a democracia no país. A Constituição brasileira veda qualquer tipo de interferência do Estado na criação, no funcionamento ou mesmo no posicionamento das organizações da sociedade civil brasileiras. É cláusula pétrea a autonomia da sociedade civil assim como a liberdade de imprensa e a liberdade econômica. As propostas citadas na reportagem, e constantes em documentos de circulação interna do governo, somente encontram parâmetros em outros regimes autoritários ao redor do mundo, nos quais as liberdades de imprensa, de livre manifestação e de associação foram suprimidas para dar espaço a autocracias ditatoriais.</p>
<p>Os ataques e as perseguições do governo Bolsonaro à sociedade civil são uma lamentável constante em sua atuação política. Iniciativas com intuito de controle das ONGs já foram anteriormente apresentadas pelo Poder Executivo e rechaçadas pelo Parlamento Brasileiro &#8211; como no caso da Medida Provisória (MP) 870/2019. Também em dezembro de 2019, agentes da Agência Nacional de Inteligência (Abin) foram à Cúpula do Clima (COP25) para monitorar (espionar) ONGs brasileiras ali presentes. Além disso, no Brasil, não foram poucas as vezes que o próprio Presidente da República desdenhou da Constituição, participando de manifestações cujos propósitos atentavam contra os demais poderes da União. Em declaração recente, Bolsonaro chegou a reclamar por não conseguir “matar esse câncer chamado ONG”.</p>
<p>Apesar da insistente e repugnante campanha de difamação das ONGs por parte de agentes do governo, vale lembrar ainda que já existe no ordenamento jurídico brasileiro regulamentação para organizações do terceiro setor &#8211; o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), composto pela Lei n. 13.019/2014 e Decreto n. 8.726/16.</p>
<p>O Conselho Nacional da Amazônia Legal, colegiado inepto, sem participação social e de resultado quase nulo na defesa da floresta, deveria apresentar ao país algum plano para a diminuição do desmatamento, do crime ambiental, da grilagem e das queimadas. Ao invés disso, o que vemos é a confecção de um plano para silenciar os críticos ao governo e para sufocar a democracia.</p>
<p>Sob Bolsonaro, a democracia, assim como as florestas e seus habitantes, correm enormes riscos. Neste sentido, as organizações abaixo assinadas conclamam toda sociedade brasileira para se somar às iniciativas de defesa dos direitos dos povos indígenas e dos povos tradicionais e em apoio a luta na defesa da Amazônia, da democracia e dos direitos constitucionais.</p>
<p>Assinam:</p>
<p>ACT Promoção da Saúde<br />
AMAR Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária<br />
Amigos da Terra &#8211; Amazônia Brasileira<br />
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil &#8211; APIB<br />
Articulação Nacional de Agroecologia (ANA)<br />
Ashoka<br />
Associação Agroecológica Tijupá<br />
Associação Brasileira de ONGs &#8211; Abong<br />
Associação Cidade Escola Aprendiz<br />
Associação Mineira de Defesa do Ambiente &#8211; Amda<br />
Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC)<br />
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida &#8211; APREMAVI<br />
Associação Mico-Leão-Dourado<br />
Cenpec Educação<br />
Centro Brasil no Clima<br />
Cidades Afetivas<br />
COESUS Coalizão Não FRACKING Brasil<br />
Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Acre)<br />
Conectas Direitos Humanos<br />
Delibera Brasil<br />
Elas no Poder<br />
FASE &#8211; Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional<br />
Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento- FBOMS<br />
Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena &#8211; FNEEI<br />
Fundação ARAYARA<br />
Fundação Avina<br />
Fundação Grupo Esquel Brasil<br />
Fundação SOS Mata Atlântica<br />
Fundação Tide Setubal<br />
Geledés Instituto da Mulher Negra<br />
Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero<br />
Greenpeace Brasil<br />
Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GT 2030)<br />
Iniciativa Verde<br />
Instituto Alana<br />
Instituto Çarakura<br />
Instituto Centro de Vida &#8211; ICV<br />
Instituto Cidades Sustentáveis<br />
Instituto Climainfo<br />
Idec &#8211; Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor<br />
Instituto Democracia e Sustentabilidade &#8211; IDS<br />
Instituto Escolhas<br />
Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social<br />
Iepé &#8211; Instituto de Pesquisa e Formação Indígena<br />
Instituto de Defesa do Direito de Defesa &#8211; IDDD<br />
Instituto de Estudos Socioeconômicos &#8211; Inesc<br />
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia &#8211; Ipam<br />
Instituto Democracia e Sustentabilidade &#8211; IDS<br />
Instituto Fé, Paz e Clima<br />
Instituto Global Attitude<br />
Instituto Humanista para Cooperação e Desenvolvimento &#8211; Hivos<br />
Instituto Igarapé<br />
Instituto Internacional ARAYARA<br />
Instituto Internacional de Educação do Brasil &#8211; IEB<br />
Instituto MIRA-SERRA<br />
Instituto Physis<br />
Instituto Pro Bono<br />
Instituto Socioambiental &#8211; ISA<br />
Instituto Sou da Paz<br />
Instituto Talanoa<br />
Instituto Update<br />
Mapa Educação<br />
Mater Natura &#8211; Instituto de Estudos Ambientais<br />
Observatório do Carvão Mineral<br />
Observatório do Clima<br />
Observatório do Código Florestal<br />
Observatório do Petróleo e Gás<br />
Organização De Desenvolvimento Sustentável &#8211; ODS<br />
Organização dos Professores Indígenas do Acre (OPIAC)<br />
Oxfam Brasil<br />
ponteAponte<br />
Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político<br />
Processo de Articulação e Diálogo, PAD<br />
Projeto Saúde e Alegria<br />
Rede Brasileira de Conselhos &#8211; RBdC<br />
Rede Conhecimento Social<br />
Rede das Organizações Não Governamentais da Mata Atlântica &#8211; RMA<br />
Rede de Cooperação Amazônica &#8211; RCA<br />
Rede Justiça Criminal<br />
SAVE Brasil &#8211; Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil<br />
Terra de Direitos<br />
Teto Brasil<br />
Toxisphera Associação de Saúde Ambiental<br />
Transparência Brasil<br />
Transparência Capixaba<br />
Uneafro Brasil<br />
WWF Brasil<br />
350.org Brasil<br />
Ocupa Política<br />
Uma Gota no Oceano<br />
Rede Brasileira de Conselhos &#8211; RBdC<br />
342Amazônia e 342Artes<br />
Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia &#8211; Imazon<br />
Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos<br />
Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade do Estado do Pará.<br />
Centro de Trabalho Indigenista<br />
Coordenadoria Ecumênica de Serviços &#8211; CESE<br />
Fórum Ecumênico ACT Brasil<br />
Associaçao Ambientalista Copaíba AAC -São Paulo<br />
Instituto Feminista SOS Corpo</p>
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		<title>Ação judicial pela Amazônia e pelo clima</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 00:40:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Sociedade civil vai ao STF exigir a retomada imediata de plano de combate ao desmatamento na Amazônia. &#160; Na noite de ontem, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma das mais completas e importantes ações socioambientais já apresentadas no STF para exigir a retomada efetiva do combate ao desmatamento na Amazônia. A ação (uma ADPF) traz um extenso levantamento com&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/acao-judicial-pela-amazonia-e-pelo-clima/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sociedade civil vai ao STF exigir a retomada imediata de plano de combate ao desmatamento na Amazônia.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="  wp-image-3917 alignleft" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/WhatsApp-Image-2020-11-12-at-10.49.27-1024x1024.jpeg" alt="WhatsApp Image 2020-11-12 at 10.49.27" width="338" height="337" /></p>
<p>Na noite de ontem, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma das mais completas e importantes ações socioambientais já apresentadas no STF para exigir a retomada efetiva do combate ao desmatamento na Amazônia. A ação (uma ADPF) traz um extenso levantamento com dados e análises sobre a destruição da floresta e a desestruturação de políticas ambientais promovidas pelo governo Bolsonaro.</p>
<p>A ação foi concebida por: Artigo 19, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Conectas Direitos Humanos, Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Engajamundo, Greenpeace Brasil, Instituto Alana, Instituto Socioambiental (ISA), Observatório do Clima e Terrazul. E proposta pelos partidos PSB, Rede, PDT, PV, PT, Psol e PCdoB.</p>
<p>A ADPF pede medida cautelar urgente para que o STF determine à União e seus órgãos federais IBAMA, ICMBio, FUNAI e demais envolvidos a imediata execução do PPCDAm, a política pública destinada ao combate e à redução do desmatamento no país, abandonada a partir de 2019. No Brasil, o desmatamento é a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa, os motores das mudanças climáticas. Também causa sérios impactos e danos à população da Amazônia e de todo o Brasil. A ação aponta, ainda, graves violações a direitos fundamentais dos povos indígenas e comunidades tradicionais, além dos direitos das presentes e futuras gerações.</p>
<p>As taxas de desmatamento batem recordes históricos. Consolidada pelo PRODES/INPE, a taxa de 2019 ficou em 10.129 km², 34% a mais que 2018. Foi o maior índice desde 2008 e também a terceira maior alta percentual da história. Em 2020, o cenário caminha para ser ainda pior.</p>
<p>Não ao retrocesso ambiental no Brasil! Pare o desmatamento!</p>
<p>@socioambiental @artigo19 @apiboficial @conectas @engajamundo @institutoalana @observatoriodoclima @alternativaterrazul</p>
<p>#pareodesmatamento<br />
#nãocumpriu<br />
#defendaaAmazônia<br />
#STF<br />
#desmatamento<br />
#Amazônia<br />
#floresta<br />
#Açãojudicial<br />
#meioambiente</p>
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		<title>Consumo Responsável</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/consumo-responsavel/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Consumo Irresponsável A crise social e ambiental tem se tornado cada vez mais visível. Os meios de comunicação estimulam o desejo de consumir bens e serviços produzidos por um modelo de desenvolvimento insustentável, poluidor e muitas vezes injusto. Gerando desejos e fantasias, as propagandas, na maioria das vezes, movem pessoas a comprar produtos, associando-os a outras coisas, situações ou identidades&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/consumo-responsavel/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Consumo <strong>Irresponsável</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3724" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/Campanha_consumo_terra_do_futuro-2.jpg" alt="Campanha_consumo_terra_do_futuro-2" width="700" height="523" /><br />
</strong></p>
<p>A crise social e ambiental tem se tornado cada vez mais visível.</p>
<p>Os meios de comunicação estimulam o desejo de consumir bens e serviços produzidos por um modelo de desenvolvimento insustentável, poluidor e muitas vezes injusto.</p>
<p>Gerando desejos e fantasias, as propagandas, na maioria das vezes, movem pessoas a comprar produtos, associando-os a outras coisas, situações ou identidades que se gostaria de ter, usufruir ou ser, não observando as qualidades reais dos produtos nem as necessidades que se tem de consumi-los, mas seguindo a ilusão gerada pela publicidade.</p>
<p>Uma sociedade que sobrevaloriza o consumo transforma pessoas em seres programados para usar e descartar, sem se questionar sobre a origem dos produtos e/ou sua forma de produção.</p>
<p>Este jeito de consumir está fragilizando sistemas sociais e comunidades que buscam a soberania alimentar e a produção da biodiversidade.</p>
<p>Mas nós podemos começar a mudar! Com atitudes cotidianas, podemos mudar nossos hábitos de consumo. Por exemplo, ao comprar produtos orgânicos, podemos contribuir para que milhares de agricultores e agricultoras que pensam em você e no meio ambiente, continuem a produzir de forma sustentável e socialmente justa, gerando saúde para todos e renda no campo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que é <strong>Consumo Responsável</strong>?</p>
<p><img class="alignleft wp-image-3725 size-full" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/Campanha_consumo_terra_do_futuro-3.jpg" alt="Campanha_consumo_terra_do_futuro-3" width="700" height="528" /></p>
<p><strong>Consumo responsável </strong>parte de um sentimento que todos temos a favor do que é bom e justo para todo o mundo.</p>
<p><strong>É ético</strong>, porque valoriza a simplicidade, as relações de igualdade e o bem-estar para todos.</p>
<p><strong>É ecológico</strong>, porque se compromete a não comprar o que não precisamos. A reduzir, reciclar e reutilizar o que já temos. A valorizar a agricultura e as agroindústrias familiares e ecológicas.</p>
<p><strong>É social e solidário</strong>, porque incentiva o comércio justo e a economia solidária, considerando a forma de produção e comercialização tão importantes quanto o preço e o produto.</p>
<p>É apoiar o desenvolvimento das tecnologias apropriadas, de formas de energia renováveis e da produção agroecológica.</p>
<p>Para a <strong>REDE TERRA DO FUTURO</strong> o consumo responsável é uma prática, uma atitude diante da vida e não uma simples intenção! É viver com a satisfação de estar contribuindo para uma mudança de perspectiva, em qualquer lugar que você esteja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É possível se comprometer com um <strong>consumo responsável</strong>?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque o consumo responsável é um consumo crítico, que implica em consumir menos mas escolhendo aqueles produtos e serviços que sejam satisfatórios para realizar o seu próprio bem-viver, conforme suas particularidades como seres humanos;</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque se pode escolher produtos que valorizam a justiça social, a ética, a solidariedade e a preservação do meio ambiente;</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque se pode comprar produtos saudáveis, orgânicos, que promovam a agricultura familiar, o equilíbrio dos ecossistemas, o resgate da biodiversidade e a capacidade da Terra de produzir para as futuras gerações;</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque há iniciativas comprometidas com a reutilização, a reciclagem e o uso de energias renováveis que se pode optar em apoiar;</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque se pode basear a escolha refletindo sobre onde o produto foi produzido, que distância percorreu para chegar até você e quanto contribuiu para diminuir os efeitos das mudanças climáticas.</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque se pode escolher produtos tomando por base sua forma de produção, a partir de técnicas sustentáveis, promotoras da saúde humana e ambiental;</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque se pode dar preferência aos produtos e serviços da economia solidária, ao invés de consumir produtos de empresas que exploram os trabalhadores e degradam os ecossistemas;</p>
<p><strong>Sim</strong>, porque reduz os problemas de poluição da água e do solo causada pelo uso indevido de poluentes, fertilizantes químicos e pesticidas.</p>
<p><strong>Sim, porque SEU JEITO DE CONSUMIR PODE SER UM JEITO DE PRESERVAR!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Contamos com você!</strong></p>
<p>“Um sonho que se sonha só é somente um sonho. Um sonho que se sonha junto começa a ser uma realidade”.</p>
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		<title>Dia da natureza e dos animais.</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/dia-da-natureza-e-dos-animais/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 15:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Dia 4 de outubro é o Dia Mundial da Natureza e dos Animais. Mas o nosso principal objetivo era deixar claro que a preocupação com a preservação da natureza e dos ecossistemas tem que acontecer todos os dias. Tem que fazer parte do nosso cotidiano. <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/dia-da-natureza-e-dos-animais/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/diadanatureza.jpg" target="_blank"><img class="alignleft wp-image-3716 size-medium" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/diadanatureza-300x201.jpg" alt="diadanatureza" width="300" height="201" /></a>Dia 4 de outubro é o Dia Mundial da Natureza e dos Animais. Mas o nosso principal objetivo era deixar claro que a preocupação com a preservação da natureza e dos ecossistemas tem que acontecer todos os dias. Tem que fazer parte do nosso cotidiano.</p>
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		<title>Dia do controle da poluição por agrotóxicos</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 14:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Para essa data, resolvemos fazer mais que um anúncio. Resolvemos fazer um alerta. A mensagem é clara e direta. Mostramos que, com o uso dos agrotóxicos, todos os benefícios a longo prazo dos alimentos deixam de ser vantajosos. Até porque o contrário deles – os malefícios – vem a curto prazo. No fim do anúncio, ainda colocamos como sugestão a&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/dia-do-controle-da-poluicao-por-agrotoxicos/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para essa data, resolvemos fazer mais que um anúncio. Resolvemos fazer um alerta. A mensagem é clara e direta. Mostramos que, com o uso dos agrotóxicos, todos os benefícios a longo prazo dos alimentos deixam de ser vantajosos. Até porque o contrário deles – os malefícios – vem a curto prazo. No fim do anúncio, ainda colocamos como sugestão a substituição desses alimentos pelos orgânicos.</p>
<p><a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/dia-do-controle-da-poluicao-por-agrotoxicos/agrotoxico_2/" target="_blank"><img class=" wp-image-3710 size-medium alignleft" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/agrotoxico_2-168x300.jpg" alt="" width="168" height="300" /></a><a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/agrotoxico_1.jpg" target="_blank"><img class=" wp-image-3709 size-medium alignleft" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/agrotoxico_1-300x298.jpg" alt="agrotoxico_1" width="300" height="298" /></a></p>
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		<title>Dia do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 14:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Nessa campanha, nosso objetivo era deixar claro para as pessoas que tudo que você faz contra o meio ambiente, volta pra você. Como se trata de uma mensagem forte, trouxemos uma estética leve e divertida <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/dia-do-meio-ambiente/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/diadomeioambiente.jpg" target="_blank"><img class="alignleft wp-image-3700 size-medium" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/diadomeioambiente-226x300.jpg" alt="dia do meio ambiente" width="226" height="300" /></a>Nessa campanha, nosso objetivo era deixar claro para as pessoas que tudo que você faz contra o meio ambiente, volta pra você. Como se trata de uma mensagem forte, trouxemos uma estética leve e divertida</p>
<p><a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/diadomeioambiente.jpg"><br />
</a></p>
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		<title>Campanha “Segunda sem Carne”. Pelas pessoas. Pelos animais. Pelo Planeta.</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/campanha-segunda-sem-carne-pelas-pessoas-pelos-animais-pelo-planeta-3/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 20:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">A campanha “Segunda Sem Carne” se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de carne para alimentação tem sobre o meio ambiente, a saúde humana e os animais, convidando-as a tirar a carne do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores. Existente em vários outros países, como nos Estados Unidos e&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/campanha-segunda-sem-carne-pelas-pessoas-pelos-animais-pelo-planeta-3/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A campanha “Segunda Sem Carne” se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que<br />
o uso de carne para alimentação tem sobre o meio ambiente, a saúde humana e os animais, convidando-as a tirar a carne do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores.</p>
<p class="p1">Existente em vários outros países, como nos Estados Unidos e no Reino Unido (onde é encabeçada pelo ex-Beatle Paul McCartney) e apoiada por inúmeros líderes internacionais,<br />
a campanha foi lançada em São Paulo em outubro de 2009 numa parceria da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura, posteriormente estendendo-se a várias outras cidades brasileiras.</p>
<p><a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/campanha-segunda-sem-carne-pelas-pessoas-pelos-animais-pelo-planeta-3/segundasemcarne/" rel="attachment wp-att-3692"><img class="aligncenter size-full wp-image-3692" src="http://www.alternativaterrazul.org.br/wp-content/uploads/2015/03/segundasemcarne.jpg" alt="segundasemcarne" width="742" height="518" /></a></p>
<p class="p1">Há vários motivos pelos quais opta-se por não consumir carnes (bovina, suína, de aves, de peixes e outras).</p>
<p class="p1">Pelas pessoas – Uma alimentação centrada em vegetais favorece a prevenção de doenças crônicas e degenerativas como doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, obesidade, diversos tipos de câncer e diabetes. Por apresentar tantos benefícios, dietas sem carne são estimuladas pela Associação Dietética Americana e Nutricionistas do Canadá, bem como por renomadas instituições como o American Institute for Cancer Research, American Heart Association, FDA (Food and Drug Administration), Universidade de Loma Linda, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e Clínica Mayo.</p>
<p class="p1"><strong>Pelos animais</strong> – Atualmente, são mortos cerca de 70 bilhões de animais terrestres por ano no mundo, com a justificativa de que precisamos nos alimentar. No entanto, o reino vegetal é plenamente capaz de encher nossos pratos. Uma alimentação sem ingredientes de origem animal é ética, saudável e sustentável. Assim como nós, os demais animais querem ser livres e ter uma vida normal junto a membros da sua espécie. Desde milênios, o homem vem explorando e subjugando os animais. Considerados inferiores, são transformados em mercadoria. Impedi-los de desenvolver uma vida plena não é justo, já que possuímos outras alternativas saudáveis e menos impactantes para nos alimentar.</p>
<p class="p1"><strong>Pela sociedade</strong> – Grande parte dos grãos produzidos mundialmente vai para a alimentação de animais, incluindo 60% do milho e da cevada e até 97% do farelo de soja. E a maioria destes produtos animais é consumida pelos povos mais ricos. Em um planeta com um bilhão de pessoas passando fome, as carnes apresentam-se como uma fonte de alimentos extremamente ineficiente, demandando recursos escassos como água e terras agriculturáveis – que poderiam ser usados para alimentação humana direta.</p>
<p class="p1"><strong>Pelo planeta</strong> – Já há quase 7 bilhões de pessoas na Terra e, para produzir carne para esta população, é preciso criar bilhões de animais que consomem água, comida e recursos energéticos, demandam espaço, produzem grande quantidade de excrementos, contaminam<br />
os mananciais, causam erosão e geram poluição atmosférica. A criação de animais para abate é uma forma ineficiente de produzir alimentos: para cada quilo de proteína animal são necessários de 3 a 15 kg de proteína vegetal (milho, soja e outros).</p>
<p class="p1">Em todo o mundo, aproximadamente 67 bilhões de animais terrestres são criados e abatidos<br />
para produzir carnes, laticínios e ovos. Sendo um dos maiores responsáveis pelos mais sérios problemas ambientais em nível local e global, o setor pecuário é também um dos maiores responsáveis pelas mudanças climáticas. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o setor de produção animal é responsável por quase um quinto de todas as emissões de gases do efeito estufa oriundas de atividades humanas.</p>
<p class="p1"><strong>A Associação Alternativa Terrazul aderiu a esta campanha. E você? Quer participar?</strong></p>
<p class="p1">Conheça mais no site: <a href="http://www.segundasemcarne.com.br" target="_blank">www.segundasemcarne.com.br</a><br />
Lá você também encontra deliciosas receitas vegetarianas.</p>
<p class="p1">Assista o vídeo “De onde vem nossa comida?” Veja como cada vez mais animais de produção estão sendo criados em todo o mundo, e entenda porque abdicar da carne, mesmo uma vez na semana, pode ajudar a evitar crueldade contra animais: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hzuVrklGv7A" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=hzuVrklGv7A</a></p>
<p class="p1">Para manifestar seu apoio à campanha Segunda Sem Carne assine a petição on-line: <a href="http://action.hsi.org/ea-ction" target="_blank">http://action.hsi.org/ea-ction</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto Cajus</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/projetocajus/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 20:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">O Projeto Caju é geração de renda e desenvolvimento sustentável no baixo acaraú, que é uma iniciativa da Associação Civil Alternativa Terrazul, com apoio do CEAT (Centro de Estudos e Apoio ao Trabalhador e Trabalhadora), e financiado pela União Européia, tem como objetivo melhorar a qualidade de vida, proporcionando ocupação laboral e geração de renda para trabalhadoras rurais de 8&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/projetocajus/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Caju é geração de renda e desenvolvimento sustentável no baixo acaraú, que é uma iniciativa da Associação Civil Alternativa Terrazul, com apoio do CEAT (Centro de Estudos e Apoio ao Trabalhador e Trabalhadora), e financiado pela União Européia, tem como objetivo melhorar a qualidade de vida, proporcionando ocupação laboral e geração de renda para trabalhadoras rurais de 8 municípios (Santana do Acaraú, Morrinhos, Marco, Bela Cruz, Cruz, Acaraú, Jijoca e Itarema) da região noroeste do Estado do Ceará (Nordeste do Brasil) denominada Baixo Acaraú.</p>
<p>Através deste projeto, pretende-se capacitar, no decorrer de 3 anos, através de cursos de processamento de caju, trabalhadoras rurais nestas 8 localidades para realizar o beneficiamento e comercialização do pedúnculo do caju (a parte grande, macia, amarelo-avermelhada da fruta)<br />
e, acessoriamente, outras frutas, como a banana, por exemplo.</p>
<p>A produção agroflorestal orgânica e certificada é uma de suas principais qualidades, já que,<br />
seu objetivo final é realizar uma produção e beneficiamento das frutas sem a intervenção de agrotóxicos, como forma de manejo mais racional e sustentável dos recursos da terra.<br />
Além disso, também visa ampliar o conceito de desenvolvimento ambientalmente sustentável<br />
ao implementar uma cadeia produtiva plenamente adaptada às diretrizes da Agenda 21.</p>
<p>O Cajus também realizará cursos de capacitação, de organização comunitária, associativismo, cooperativismo e economia solidária, e oficinas de Gênero, organizção comunitária e capacitação e organização para lideranças jovens.</p>
<p>O artesanato e o ecoturismo comunitário estarão presentes como atividades complementares, que vão fornecer ocupação para o período de entressafra, e para as trabalhadoras que desejem engajar-se em outras atividades catalisadas pelo projeto, que não o beneficiamento do caju. Vale destacar que a produção de artesanato deve considerar matéria-prima da região, como o coco<br />
e a palha da carnaúba.</p>
<p>O Caju é geração de renda e desenvolvimento sustentável no baixo acaraú, vai fortalecer a organização das agricultoras familiares; fomentar e fortalecer redes de economia solidária<br />
para a comercialização de produtos da agricultura familiar; estimular o cultivo agroflorestal e agroextrativista garantindo a produção de alimentos saudáveis e culturalmente referenciados; favorecer a conservação da biodiversidade local e a diversificação da produção; formar novas lideranças em trabalho de juventude. O financiamento desse projeto vem da União Européia.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Povos tradicionais, indígenas e agricultores repudiam PL que destrói a biodiversidade.</title>
		<link>http://www.alternativaterrazul.org.br/povos-tradicionais-indigenas-e-agricultores-repudiam-pl-que-destroi-a-biodiversidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 20:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">Carta produzida pelos Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e os Agricultores Familiares do Brasil, representados por suas entidades e organizações (abaixo assinadas), contra o Projeto de Lei n.º 7.735/2014 (atual PLC n.º 02/2015), que pretende regulamentar o acesso e a exploração econômica da biodiversidade e da agrobiodiversidade brasileiras, bem como dos conhecimentos tradicionais associados. De início, registramos que os Povos e&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/povos-tradicionais-indigenas-e-agricultores-repudiam-pl-que-destroi-a-biodiversidade/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="entry-content description clearfix">
<p>Carta produzida pelos Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e os Agricultores Familiares<br />
do Brasil, representados por suas entidades e organizações (abaixo assinadas), contra o Projeto de Lei n.º 7.735/2014 (atual PLC n.º 02/2015), que pretende regulamentar o acesso e a exploração econômica da biodiversidade e da agrobiodiversidade brasileiras, bem como dos conhecimentos tradicionais associados.</p>
<p>De início, registramos que os Povos e Comunidades acima mencionados estão plenamente cientes da atual ofensiva verificada no Brasil contra seus direitos fundamentais, garantidos pela Constituição Federal, pela legislação ordinária e por Tratados Internacionais ratificados pelo Brasil, contexto no qual se insere o PL n.º 7.735/2014, apresentado ao Congresso Nacional pelo governo federal em regime de urgência. Em razão desse cenário, que ameaça a própria existência dos Povos e Comunidades Tradicionais, informamos que as entidades representativas encontram-se unidas e mobilizadas com a determinação de lutar conjuntamente na defesa de seus direitos historicamente conquistados, os quais constituem a base da soberania e democracia constitucional do País.</p>
<p>Especificamente em relação ao PL n.º 7.735/2014, que pretende anular e restringir nossos direitos, repudiamos a decisão deliberada do Poder Executivo de nos excluir do processo de sua elaboração, sem qualquer debate ou consulta, em violação à Convenção n.º 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), à Convenção da Diversidade Biológica (CDB), ao Tratado Internacional dos Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e Agricultura/FAO (TIRFAA) e à Constituição Federal. Em contraste a isso, denunciamos o amplo favorecimento dos setores farmacêutico, de cosméticos e do agronegócio (principalmente sementeiros), a ponto de ameaçar a biodiversidade, os conhecimentos tradicionais associados e programas estruturantes para a segurança e soberania alimentares, a exemplo do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com a possibilidade inclusive de legalização da biopirataria.</p>
<p>Tal cenário, reconhecido pelo próprio Governo, resultou em grave desequilíbrio no conteúdo do Projeto de Lei em questão. Além de anistiar as irregularidades e violações históricas e excluir qualquer fiscalização do Poder Público sobre as atividades de acesso e exploração econômica, o PL n.º 7.735/2014 viola direitos já consagrados na legislação brasileira, o que pode ser claramente verificado nos seguintes pontos principais:</p>
<p>1 – Em relação ao acesso ao patrimônio genético e aos conhecimentos tradicionais:<br />
a) Deixa de prever e inviabiliza a negativa de consentimento prévio dos povos e comunidades tradicionais;<br />
b) Flexibiliza a comprovação do consentimento livre, prévio e informado, em detrimento da proteção de conhecimentos coletivos;<br />
c) Dispensa o consentimento livre, prévio e informado, para o acesso ao patrimônio genético<br />
e conhecimento tradicional associado relacionado à alimentação e agricultura; e<br />
d) Permite que empresas nacionais e internacionais acessem e explorem, sem controle<br />
e fiscalização, o patrimônio genético brasileiro e os conhecimentos tradicionais associados, permitindo, por exemplo, o acesso de empresas estrangeiras a bancos de sementes.</p>
<p>2 – No que tange à repartição de benefícios:<br />
a) Prevê que apenas produtos acabados serão objeto de repartição de benefícios, excluindo os produtos intermediários;<br />
b) Restringe a repartição de benefícios aos casos em que o patrimônio genético ou conhecimento tradicional for qualificado como elemento principal de agregação de valor ao produto;<br />
c) Isenta de repartição de benefícios todos os inúmeros casos de acessos realizados anteriormente ao ano de 2000, e mantém explorações econômicas até hoje;<br />
d) Condiciona a repartição de benefícios apenas aos produtos previstos em Lista de Classificação a ser elaborada em ato conjunto por seis Ministérios;<br />
e) Estabelece teto, ao invés de base, para o valor a ser pago a título de repartição de benefícios;<br />
f) Deixa a critério exclusivo das empresas nacionais e internacionais a escolha da modalidade de repartição de benefícios nos casos de acesso ao patrimônio genético ou conhecimento tradicional de origem não identificável;<br />
g) Isenta microempresas, empresas de pequeno porte e micro mpreendedores individuais de repartir benefícios; e<br />
h) Exclui de repartição de benefícios a exploração econômica do patrimônio genético e do conhecimento tradicional associado relacionado à alimentação e agricultura.</p>
<p>3 – No que se refere às definições:<br />
a) Substitui o termo “povos” por “população” ao tratar de povos indígenas;<br />
b) Substitui o termo “agricultor familiar” por “agricultor tradicional”, em afronta à Lei 11.326/2006;<br />
c) Descaracteriza a definição de “sementes crioulas” contida na Lei n.º 10.711/2003;<br />
d) Deixa de prever que o atestado de regularidade de acesso seja prévio e com debates participativos sobre seus termos ao início das atividades; e) Enfim, adotou conceitos à revelia dos detentores dos conhecimentos tradicionais.</p>
<p>Diante do exposto, os Povos Indígenas, os Povos e Comunidades Tradicionais e os Agricultores Familiares do Brasil exigem o comprometimento do Governo ederal com a reversão do cenário acima denunciado, mediante a correção dos graves equívocos contidos no Projeto de Lei n.º 7.735/2014, de forma a assegurar o respeito e a efetivação dos seus direitos legal e constitucionalmente garantidos.</p>
<p>Declaramos que não mais admitiremos a postura antidemocrática e o engajamento político do Governo Federal, associado aos interesses empresariais e outros, em direção à expropriação da biodiversidade e da agrobiodiversidade brasileiras e dos conhecimentos tradicionais associados.<br />
Reafirmamos, por fim, a nossa determinação de continuar unidos, mobilizados e dispostos a manter-nos em permanente luta na defesa de justiça e de nossos direitos.</p>
<p>Assinam a presente carta:</p>
<p>1. Amigos da Terra Brasil<br />
2. Articulação do Semiárido – ASA Brasil<br />
3. Articulação do Seminário – ASA Paraíba<br />
4. Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – APOINME<br />
5. Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB<br />
6. Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste – ARPINSUDESTE<br />
7. Articulação dos Povos Indígenas do Sul – ARPINSUL<br />
8. Articulação Nacional de Agroecologia – ANA<br />
9. Articulação Pacari<br />
10. Articulação Puxirão dos Povos Faxinalenses<br />
11. Articulação Rosalino de Povos e Comunidades Tradicionais do Norte de Minas<br />
12. AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia<br />
13. Associação Agroecológica TIJUPÁ<br />
14. Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica<br />
15. Associação Brasileira de Agroecologia<br />
16. Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal – ABEEF<br />
17. Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO<br />
18. Associação Cedro – Centro de Estudos e Discussões Romani<br />
19. Associação das Mulheres Organizadas do Vale do Jequitinhonha<br />
20. Associação das Panhadoras de Flores<br />
21. Associação de Agricultura Biodinâmica do Sul<br />
22. Associação de Comunidades da Diáspora Africana por Direito à Alimentação – Rede Kodya<br />
23. Associação de Mulheres Catadoras de Mangabas<br />
24. Associação dos Agricultores Guardiões da Agrobiodiversidade de Tenente Portela – AGABIO<br />
25. Associação dos Retireiros do Araguaia – ARA<br />
26. Associação dos Trabalhadores Assalariados Rurais de Minas Gerais – ADERE/MG<br />
27. Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural – AGAPAN<br />
28. Associação Nacional Ciganas Calins<br />
29. Associação Nacional da Agricultura Camponesa<br />
30. Associação Nacional da Cultura Bantu – ACBANTU<br />
31. Associação para a Pequena Agricultura no Tocantins – APA-TO<br />
32. Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia – AOPA;<br />
33. Bionatur<br />
34. Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida<br />
35. Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas – CAA-NM<br />
36. Centro dos Trabalhadores da Amazônia (CTA)<br />
37. Centro Ecológico<br />
38. Comissão Guarany Ivyrupa<br />
39. Comitê Chico Mendes (CCN)<br />
40. Conselho do Povo Terena<br />
41. Conselho dos Povos Indígenas de Mato Grosso do Sul<br />
42. Conselho Indigenista Missionário – CIMI<br />
43. Conselho Nacional das Populações Extrativistas – CNS<br />
44. Cooperativa Coppabacs – AL<br />
45. Cooperativa Grande Sertão<br />
46. Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB<br />
47. Coordenação Nacional Quilombola – CONAQ<br />
48. Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia<br />
49. FASE – Solidariedade e Educação<br />
50. Fórum Brasileiro de Segurança e Soberania Alimentar e Nutricional<br />
51. Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social<br />
52. Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos<br />
53. Grande Assembleia do Povo Guarani – Aty Guasu<br />
54. Grupo Carta de Belém<br />
55. Grupo de Trabalho Amazônico – GTA<br />
56. Grupo de Trabalho Biodiversidade / ANA<br />
57. Ingá/RS<br />
58. Instituto Socioambiental – ISA<br />
59. Levante Popular da Juventude<br />
60. Memorial Chico Mendes<br />
61. Movimento das Aprendizes da Sabedoria (Benzedores e Benzedeiras, Parteiras, e Costureiras de Rendidura)<br />
62. Movimento de Mulheres Camponesas – MMC<br />
63. Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais – MPP<br />
64. Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA<br />
65. Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Paraná – MOPEAR<br />
66. Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST<br />
67. Movimento Geraizero<br />
68. Movimento Urbano de Agroecologia – MUDA<br />
69. Núcleo Amigos da Terra Brasil<br />
70. Núcleo de Cultura e Extensão – PTECA/ESALQ-USP<br />
71. Rede de Agrobiodiversidade do Semiárido Mineiro<br />
72. Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras<br />
73. Rede Eco Vida de Agroecologia<br />
74. Rede Puxirão de Povos e Comunidades Tradicionais<br />
75. Sociedade Civil da Comissão Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais – CNPCT<br />
76. Terra de Direitos<br />
77. Via Campesina<br />
78. Via Campesina Sudamerica</p>
</div>
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		<title>Campanha “Segunda sem Carne”. Pelas pessoas. Pelos animais. Pelo Planeta.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 20:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Barbara]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p class="excerpt">A campanha “Segunda Sem Carne” se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de carne para alimentação tem sobre o meio ambiente, a saúde humana e os animais, convidando-as a tirar a carne do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores. Existente em vários outros países, como nos Estados Unidos e&#8230; <a href="http://www.alternativaterrazul.org.br/campanha-segunda-sem-carne-pelas-pessoas-pelos-animais-pelo-planeta-2/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha “Segunda Sem Carne” se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que<br />
o uso de carne para alimentação tem sobre o meio ambiente, a saúde humana e os animais, convidando-as a tirar a carne do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores.</p>
<p>Existente em vários outros países, como nos Estados Unidos e no Reino Unido (onde é encabeçada pelo ex-Beatle Paul McCartney) e apoiada por inúmeros líderes internacionais,<br />
a campanha foi lançada em São Paulo em outubro de 2009 numa parceria da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura, posteriormente estendendo-se a várias outras cidades brasileiras.</p>
<p>Há vários motivos pelos quais opta-se por não consumir carnes (bovina, suína, de aves, de peixes e outras).</p>
<p>Pelas pessoas – Uma alimentação centrada em vegetais favorece a prevenção de doenças crônicas e degenerativas como doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, obesidade, diversos tipos de câncer e diabetes. Por apresentar tantos benefícios, dietas sem carne são estimuladas pela Associação Dietética Americana e Nutricionistas do Canadá, bem como por renomadas instituições como o American Institute for Cancer Research, American Heart Association, FDA (Food and Drug Administration), Universidade de Loma Linda, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e Clínica Mayo.</p>
<p>Pelos animais – Atualmente, são mortos cerca de 70 bilhões de animais terrestres por ano no mundo, com a justificativa de que precisamos nos alimentar. No entanto, o reino vegetal é plenamente capaz de encher nossos pratos. Uma alimentação sem ingredientes de origem animal é ética, saudável e sustentável. Assim como nós, os demais animais querem ser livres e ter uma vida normal junto a membros da sua espécie. Desde milênios, o homem vem explorando e subjugando os animais. Considerados inferiores, são transformados em mercadoria. Impedi-los de desenvolver uma vida plena não é justo, já que possuímos outras alternativas saudáveis e menos impactantes para nos alimentar.</p>
<p>Pela sociedade – Grande parte dos grãos produzidos mundialmente vai para a alimentação de animais, incluindo 60% do milho e da cevada e até 97% do farelo de soja. E a maioria destes produtos animais é consumida pelos povos mais ricos. Em um planeta com um bilhão de pessoas passando fome, as carnes apresentam-se como uma fonte de alimentos extremamente ineficiente, demandando recursos escassos como água e terras agriculturáveis – que poderiam ser usados para alimentação humana direta.</p>
<p>Pelo planeta – Já há quase 7 bilhões de pessoas na Terra e, para produzir carne para esta população, é preciso criar bilhões de animais que consomem água, comida e recursos energéticos, demandam espaço, produzem grande quantidade de excrementos, contaminam<br />
os mananciais, causam erosão e geram poluição atmosférica. A criação de animais para abate é uma forma ineficiente de produzir alimentos: para cada quilo de proteína animal são necessários de 3 a 15 kg de proteína vegetal (milho, soja e outros).</p>
<p>Em todo o mundo, aproximadamente 67 bilhões de animais terrestres são criados e abatidos<br />
para produzir carnes, laticínios e ovos. Sendo um dos maiores responsáveis pelos mais sérios problemas ambientais em nível local e global, o setor pecuário é também um dos maiores responsáveis pelas mudanças climáticas. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o setor de produção animal é responsável por quase um quinto de todas as emissões de gases do efeito estufa oriundas de atividades humanas.</p>
<p>A Associação Alternativa Terrazul aderiu a esta campanha. E você? Quer participar?</p>
<p>Conheça mais no site: www.segundasemcarne.com.br<br />
Lá você também encontra deliciosas receitas vegetarianas.</p>
<p>Assista o vídeo “De onde vem nossa comida?” Veja como cada vez mais animais de produção estão sendo criados em todo o mundo, e entenda porque abdicar da carne, mesmo uma vez na semana, pode ajudar a evitar crueldade contra animais: http://www.youtube.com/watch?v=hzuVrklGv7A</p>
<p>Para manifestar seu apoio à campanha Segunda Sem Carne assine a petição on-line: http://action.hsi.org/ea-ction</p>
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